Secretariado Diocesano de Liturgia 
 Diocese do Funchal

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Formação de Ministros da Sagrada Comunhão

Documentos necessários no acto da inscrição: _ Requerimento feito pelo pároco, dirigido ao Sr. Bispo, a dizer da necessidade para uma paróquia/comunidade daquele/s ministro extraordinário da Comunhão (com os nomes completos); _ Certidão de Baptismo e de Crisma (ou que, na de Baptismo venha a indicação de que está crismado/a)NB  No caso de não haver averbamento do Crisma, o pároco faça uma justificação de Confirmação. _ Duas fotografias tipo passe (BI) com o nome e paróquia escritos no verso.  

Todas as inscrições são feitas pelos párocos para:

 

 

 

Instruções para pedido de nomeação de Novos Ministros Extraordinários da Comunhão

O processo do pedido deve ter os seguintes documentos:

- Requerimento ao Bispo Diocesano (pode ser utilizado o modelo que abaixo se publica);

- Certidão de Baptismo do candidato, com indicação do Crisma;

- Certidão do Crisma (no caso de não estar indicado na certidão de Baptismo).

- Duas fotografias tipo BI.

modelo para o requerimento:

                                                               Imprimir o modelo

NB De cada paróquia deverá ser feito um só requerimento, ainda que dela sejam propostos várias pessoas.


Algumas informações e normas pastorais 

a) Os Ministros Extraordinários da Comunhão devem satisfazer os seguintes requisitos:terem recebido os sacramentos da iniciação cristã (baptismo, confirmação e eucaristia) e terem dado prova de maturidade humana e cristã;

b) recomendarem-se por uma fé esclarecida, costumes cristãos e piedade eucarística;

c) estarem comprometidos no apostolado eclesial e revelarem grande amor à Igreja;

d) serem bem aceites pela comunidade a que se destinam;

e) serem recomendados pelo pároco;

f) terem grau de cultura ao nível do ambiente onde exercerão a sua missão;

g) poderem presidir a uma celebração da Palavra a inserir na distribuição da Comunhão;

h) terem possibilidades de crescerem na fé e de se aperfeiçoar no exercício do seu ministério, tornando-se

i) cada vez mais verdadeiros evangelizadores;

j) sendo casados, terem o apoio e a anuência da sua família.  

Cúria Diocesana, Janeiro de 1987.  [in “Diocese da Guarda – Documentação”, 1980-1990, Cúria Diocesana da Guarda, pp. 291-292].

           Tendo em vista o valor e necessidade deste ministério, eis aqui algumas normas práticas. Valemo-nos dos seguintes documentos orientadores: o “Código de Direito Canónico” de 1983 (Cânones 910 § 2; 230 § 3; 911; 943); o documento da Sagrada Congregação para o Culto Divino de 21/06/1973: “A Sagrada Comunhão e o Culto do Mistério Eucarístico fora da Missa”. 

Evitar-se-á apresentar candidatos que vivam em situação familiar irregular ou que não gozem da estima da comunidade. O Ministro Extraordinário da Comunhão (MEC) deve cultivar a piedade eucarística e ser modelo, para os outros, de participação activa e frutuosa na celebração eucarística. O Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão pode também, na falta de um Ministro Ordenado, expor o Santíssimo Sacramento à adoração pública dos fiéis e, depois, repô-lo no Sacrário. Não pode, porém, dar a bênção. Os MEC devem exercer o seu ministério no âmbito da sua paróquia ou da comunidade que os propôs. Não levem a comunhão a doentes de outra paróquia, sem conhecimento e consentimento do respectivo pároco. Nenhum fiel, por sua própria iniciativa, poderá, em circunstâncias normais, dar o encargo de levar a Eucaristia e de a distribuir a outros fiéis, a um leigo que não tenha sido designado MEC. É absolutamente proibido levar para casa a Santíssima Eucaristia. A fim de não multiplicar, sem justo motivo, os MEC, com o risco de banalizar o próprio ministério, só deverão ser nomeados novos ministros extraordinários para comunidades onde se verifique uma real necessidade. 

Os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão têm como função ministerial específica distribuir a Sagrada Comunhão:

- fora das missas:

- aos doentes em geral;

- aos doentes em perigo de vida, em forma de viático, quando o Pároco não o puder fazer;

- aos doentes situados em lugares distantes; - aos doentes, quando o seu número é grande e requer vários ministros (hospitais e residências particulares);  

- nas Missas e Celebrações Litúrgicas.

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